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Lixo eletrônico: descartar é preciso

O lixo eletrônico é formado por computadores, notebooks, impressoras, CPUs, teclados, mouses, monitores, smartphones, celulares, baterias, carregadores, nobreaks entre tantos outros. São objetos velhos, obsoletos, danificados e de origem inorgânica (cobre, alumínio, zinco, chumbo, por exemplo). Eles comprometem o meio ambiente e provocam doenças graves ao contaminar o solo e o lençol freático. Por isso, descartá-los em locais adequados é preciso.
A Prefeitura de São Paulo implantou 16 postos de coleta de lixo eletrônico na cidade. A Recifavela é um deles. Trata-se de uma cooperativa – conveniada com a Amlurb – e criada há 11 anos por um grupo de moradores da favela de Vila Prudente.  Depois de trabalhar durante cinco anos debaixo de um viaduto sem água potável, luz ou banheiros, firmou convênio com a Prefeitura e passou a ocupar um galpão de uma fábrica desativada.
A cooperativa conta com duas balanças, quatro prensas, uma empilhadeira, dois automóveis, escritório e sistema informatizado. Funciona de segunda a sexta-feira das 8 às 16 horas. “Nós também fazemos a coleta externa de materiais mediante a assinatura de contrato e pagamento de uma taxa” explica o presidente da cooperativa, Cristiano Cardoso, acrescentando que os componentes dos equipamentos são desmontados para não contaminar o meio ambiente. A cooperativa conta com 40 cooperados que reciclam também papelão, ferro, vidro, isopor e radiografias.

Serviço:
Recifavela
Rua Capitão Pacheco Chaves, 108
(próxima do Mooca Plaza Shopping)
Fone: 3435.2655
www.recifavela.com.br

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